Amo o caminho que estendes por dentro das minhas visões.
Ignoro se um pássaro morto continua o seu voo,
Se se recorda dos movimentos migratórios
E das estações.
Mas não me importo de adoecer no teu colo
E dormir ao relento entre as tuas mãos.
Daniel Faria in "Dos Líquidos"
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